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ISRAEL ENTRE AS NAַױES- O Judaםsmo Mundial |
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O Judaísmo Mundial
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Desfile do Dia de Israel em Nova Iorque |
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Desde o primeiro exílio (586 a.E.C.) e as subseqüentes dispersões dos judeus pelo mundo, existiu uma relação dinâmica e singular entre os judeus residentes na Terra de Israel e os que vivem em outras terras. Embora separados por enormes distâncias durante longos séculos, os judeus se preservaram como uma nação, ligados pela história, religião e pátria comuns, assim como pelo comprometimento coletivo à sobrevivência física e espiritual do povo judeu. O estabelecimento do Estado de Israel (1948) foi o fruto de seu sonho de 2.000 anos de retornar à sua pátria ancestral, revivendo a vida nacional e sua soberania.
Segundo estimativas recentes, a população judaica mundial é de 13 milhões de pessoas, 34% das quais vivem em Israel, 50% nas Américas do Norte e do Sul, 15% na Europa e o restante em outros países, principalmente frica do Sul e Austrália. Em todos os lugares, os judeus compartilham símbolos comuns e tradições, mantendo contínuo diálogo sobre assuntos diversificados.
Os judeus da Diáspora, reconhecendo a centralidade de Israel na vida judaica, participam da construção do país através de contribuições financeiras, apoio social e político e, em certos casos, vindo viver em Israel, acrescentando seus antecedentes culturais e suas habilidades ao mosaico israelense. A longa tradição de ajuda mútua entre os judeus se manifesta hoje em dia numa rede multi-facetada de organizações dedicadas a centenas de temas de interesse judaico-israelense.
Por sua parte, Israel procura fortalecer as comunidades judaicas da Diáspora e seus laços com elas, promovendo atividades sobre o conhecimento do país, o estudo do hebraico, investimentos financeiros, joint ventures econômicas e visitas de grupos, indivíduos e missões de estudo.
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A Organização Sionista Mundial (OSM) foi fundada durante o Primeiro Congresso Sionista (1897) com o objetivo de promover o retorno do povo judeu à sua pátria ancestral, a Terra de Israel e reviver a vida nacional judaica no país. O principal objetivo da OSM foi alcançado em 1948 com o estabelecimento de um estado judeu legalmente seguro e reconhecido internacionalmente - o Estado de Israel. Desde então, a OSM tem funcionado como elemento de ligação com o judaísmo da Diáspora, promovendo atividades que focalizam a unidade do povo judeu e a centralidade de Israel na vida judaica; facilitando a imigração; estimulando a educação judaica nas comunidades judaicas de todo o mundo; e defendendo os direitos dos judeus onde quer que vivam. O Congresso Sionista Mundial, democraticamente eleito, é o órgão supremo da OSM, e se reúne cada 4-5 anos em Jerusalém para aprovar legislação, determinar a política financeira e eleger o comitê executivo.
A Agência Judaica por Israel (AJI) é hoje em dia a expressão organizacional mais importante do relacionamento entre o Estado de Israel e o judaísmo mundial. Foi constituída, em 1929, pela Organização Sionista Mundial para representar a comunidade judaica da Terra de Israel diante das autoridades do Mandato Britânico, governos estrangeiros e organizações internacionais. Depois que Israel atingiu a independência, parte das responsabilidades em certas tarefas nacionais foram delegadas por lei à AJI e à OSM, inclusive imigração e absorção, moradias nos assentamentos rurais e para os imigrantes, atividades educacionais e para a juventude, assim como o renovamento urbano. Nos últimos anos, várias dessas funções foram assumidas pelo governo.
O orçamento da AJI e da OSM provém sobretudo de fundos levantados pelo United Jewish Appeal (UJA) nos Estados Unidos e pelo Keren Haiessod (KH) no resto do mundo. Metade dos órgãos administrativos da AJI - a Comissão de Governantes (que se reúne três vezes por ano) e a Assembléia (cujo encontro anual é em Jerusalém) - é constituída por membros da OSM, de acordo com representação partidária; a outra metade é formada por representantes do UJA (30%) e do KH (20%).
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